Uma live com o tradutor, poeta e mais novo octagenário Leonardo Fróes

Por Carlos Castelo

Leonardo Froés está fazendo 80 anos. Um poeta tão importante quanto as suas traduções de Faulkner, Swift, Lowry, O’Connor e tantos outros grandes nomes da literatura universal. Na semana passada marquei presença na live em sua homenagem promovida pela A Capivara Cultural. Ali, todos tiveram a oportunidade de ouvir, de viva voz, suas incríveis histórias e de formular perguntas.


Uma conversa sobre processo criativo, influências, humor e (claro) poesia com Leila Míccolis

Por Carlos Castelo

Leila Míccolis é poeta, ensaísta, romancista, contista, roteirista, dramaturga e editora. Estreou em poesia com o livro Gaveta da Solidão. Foi também publicada na antologia 26 Poetas Hoje, em 1975, organizada por Heloísa Buarque de Hollanda. Sua produção poética, de 1965 a 2012, está no livro Desfamiliares. Nesta quinzena, Leila Míccolis responde às perguntas de Poelatria.


A diretora Georgia Guerra-Peixe defende que a pandemia criou uma nova linguagem estética

Por Georgia Gueirra-Peixe*

Março de 2020. De repente, as buzinas ficaram distantes. O ruído humano, inexistente. E os pássaros passaram a ocupar um lugar de destaque no meu amanhecer. Início da pandemia. Estamos em casa, isolados e cheios perguntas.


Nosso colunista Carlos Castelo estreia hoje uma nova coluna, já que "nunca o mundo precisou tanto de poesia como agora"

Marina Tsvetáeva

COLUNA|POELATRIA

Por Carlos Castelo

“A primeira obrigação de um crítico de poesia é de não escrever, ele mesmo, poemas ruins. Ou pelo menos não publicar esses poemas”. É o que declara Marina Tsvetáeva em seu livro O Poeta e o Tempo.


As "vívidas e líricas metáforas e similitudes" da prosa de Raymond Chandler

Por Carlos Castelo

Chandlerismo: escrita ou diálogo que utiliza vívidas e líricas metáforas ou similitudes, características da obra do escritor Raymond Chandler.


Alguns dos pontos altos de uma coluna que sobreviveu a 2020

Por Carlos Castelo

Por sorte, o Cadernos de Leituras não sucumbiu em 2020. E ainda procurou preencher o abalo que nos pegou insidiosamente com muita literatura comentada. Aqui, alguns dos pontos altos de 2020, o ano em que fizemos contato com a peste: do vírus da pandemia aos germes da política.


O cantor e compositor César Lacerda reflete sobre as relações de consumo e produção cultural em tempos isolamento social e como elas podem desenhar o futuro

César Lacerda

Por César Lacerda

Durante os últimos dez meses, período em que estive isolado em casa por conta da pandemia do vírus SARS-CoV-2, fui convidado frequentemente por amigos e colegas, mas também através de sugestões nas redes, a assistir pela internet a palestras, entrevistas, aulas, as mais diversas e apresentações artísticas. O fato de ter havido uma migração em massa em direção ao “mundo digital”, como uma reação frente ao impacto causado pelo isolamento social, tem me levado a perguntar que tipo de influências ou consequências este novo formato pode ter sobre a realização de shows e concertos no futuro.


Daniil Kharms, Mikhail Bulgákov, Serguei Dovlátov e outros russos que se dedicaram à sátira

Daniil Kharms

Por Carlos Castelo

Comecei lendo os russos por Gógol: O Capote. Sempre tive queda por narrativas fantásticas e a história levou-me ao desejo de explorar mais aquele cantão literário. Pulei para Turguêniev, fiz um teste de leve com Tolstói (Padre Sérgio) e, por fim, tomei coragem e li Crime e Castigo, de Dostoiévski. Recentemente, conheci a Antologia do Humor Russo e descobri uma nova faceta nos soviéticos: a comicidade.


Uma conversa com Giovana Madalosso, autora do romance "Suíte Tóquio"

Por Carlos Castelo

Há um mandamento importante para quem escreve crítica literária: nunca faça uma resenha sobre o livro de um amigo. Conheço Giovana Madalosso há um tempão, e agora? Bem, aqui vai explicação: além de minha esposa, uma amiga que tem bom gosto artístico me pediu para conhecer (e, se possível, escrever algo no Cadernos de Leituras) sobre o Suíte Tóquio. Obedeci e curti o material da Madalosso. Então, para não quebrar o preceito, a entrevistei. Entrevista não é resenha.


Estreia nos cinemas "Boca de Ouro", filme de Daniel Filho baseado na obra de Nelson Rodrigues

Por Claudia Chaves

Com um obra formada sob o signo da palavra inquietante, considerada por ele próprio como um teatro desagradável, Nelson Rodrigues trabalha os temas do incesto, da violência, do sadismo, do masoquismo, do amor e da morte, da moral feminina/masculina, em uma sub-urbe imaginária, por puro acaso localizada no Rio de Janeiro. Dessa matéria-prima nasce, em 1959, Boca de Ouro, o grande protagonista masculino, um marginal que vive em um “castelo”, no qual comanda o destino e, sobretudo, o impulso sexual incontido de três mulheres. E agora se apresenta a refilmagem de Boca de Ouro, por Daniel Filho, a ser lançado…

Bravo!

Esse é o espaço da redação da Bravo!

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